APRAG

De acordo com a mãe, escorpião era pequeno por isso não teve um desfecho pior — Foto: Divulgação / Arquivos Pessoais

Miguel Ribeiro Alves, de 8 anos, foi picado por um escorpião enquanto estava sentado no sofá de casa, no Setor Orlando de Moraes, em Goiânia. A mãe da criança, Eizabethe Alves da Silva, de 39 anos, informou que, imediatamente, levou o menino ao Centro Integrado de Atenção Médico Sanitária (Ciams) Urias Magalhães onde foi medicado e recebeu alta.

De acordo com a mãe da criança, a situação não foi pior devido ao tamanho do animal: “Era um escorpião de pequeno porte, por isso não teve mais gravidade”, informou.

O caso aconteceu na noite de quarta-feira (31), no entanto, a situação com o Miguel revela uma condição no bairro que não é uma novidade para os moradores. De acordo com a mãe da criança, ela já presenciou outras vezes o inseto dentro de casa e os vizinhos também já relataram a mesma situação.

Outra moradora, Cleonice Francisca Teodoro Lima, de 52 anos, contou que é comum ver escorpiões em casa e acredita que a infestação em todo bairro acontece por conta dos diversos lotes baldios que servem como depósito de lixo e até animais mortos. “Só no mês passado encontrei três na minha área do fundo. Essa área é totalmente fechada”, contou

Os moradores da região ainda contaram que, além de escorpiões, cobras e outros animais peçonhentos já foram capturados no local. Eles já acionaram as equipes da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) e Zoonoses, mas não tiveram resposta.

Em nota, a Comurg informou que já está tomando as providências necessárias e realizando uma força-tarefa desde o último mês para roçar a grama e o mato alto das praças, canteiros e outras áreas 

Ainda de acordo com a Comurg, “os setores Antônio Carlos Pires e Orlando de Morais, juntamente com outros 44 setores da Região Norte, serão beneficiados com todos os serviços de limpeza a partir da próxima segunda-feira, dia 5”.

Segundo a Zoonoses, uma equipe irá até o local também na segunda-feira (5) e disponibilizou um contato caso tenham denúncias sobre a situação: (62) 3524-3131.

FONTE: G1